đ€  Para super admins e admins que gerenciam acessos de time
đ  Recursos de permissĂŁo avançada disponĂveis nos planos Business, Enterprise e Unlimited
đŻ Â Para quem precisa entender por que um acesso nĂŁo funciona como esperado e resolver sem abrir ticket
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As permissĂ”es do Pipefy ajudam times a trabalhar com mais controle, segurança e autonomia, mesmo em operaçÔes complexas e colaborativas. Quando esse modelo estĂĄ claro, fica mais fĂĄcil saber quem pode fazer o quĂȘ, em qual contexto e por quĂȘ.
Quando o modelo não estå claro, aparecem situaçÔes que parecem defeito, mas não são:
- AlguĂ©m vĂȘ o pipe, mas nĂŁo consegue editar os cards
- Um admin nĂŁo consegue executar uma ação especĂfica
- Pessoas sĂŁo adicionadas e depois surgem dĂșvidas de cobrança
- PermissÔes em databases parecem não seguir o pipe
Este guia organiza o modelo mental de permissĂ”es para vocĂȘ diagnosticar cada uma dessas situaçÔes e agir no lugar certo.
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đ Â O que vocĂȘ vai entender aqui:
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Por que permissĂ”es geram dĂșvida no dia a dia
Muita gente espera um modelo simples de tem acesso ou não tem acesso. No Pipefy, o controle funciona por camadas e contextos, e é isso que då segurança em ambientes colaborativos e regulados.
Uma mesma pessoa pode ter acesso a um pipe sem editar cards, ser admin de um pipe sem ser admin da empresa, e visualizar um database sem poder alterĂĄ-lo. Isso nĂŁo Ă© erro. Ă o modelo funcionando como foi desenhado. Quando as camadas ficam claras, a decisĂŁo de acesso fica simples.
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Antes de investigar qualquer problema de acesso, identifique em qual dos trĂȘs nĂveis vocĂȘ estĂĄ tentando agir: empresa, pipe ou database. A maioria das dĂșvidas se resolve sĂł de descobrir o nĂvel certo.
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Onde as permissĂ”es se aplicam: os trĂȘs nĂveis
No Pipefy, as permissĂ”es nĂŁo vivem em um Ășnico lugar. Elas se organizam em trĂȘs nĂveis, cada um com funçÔes prĂłprias e independentes.
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- Empresa. ConfiguraçÔes globais, gestĂŁo de pessoas e controles amplos. Ă o nĂvel da governança.
- Pipe. Onde o trabalho acontece: acesso aos cards, fases e configuração do processo. Ă o nĂvel da operação.
- Database. Estruturas de dados compartilhadas que podem alimentar vårios pipes, com regras próprias de visualização e edição.
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AçÔes dentro de cards e fases (editar um campo, mover um card) sĂŁo governadas pela função que a pessoa tem no pipe. Entender em qual nĂvel vocĂȘ estĂĄ tentando agir resolve grande parte das dĂșvidas.
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FunçÔes de empresa
As pessoas adicionadas Ă conta da empresa tĂȘm uma função de empresa, e podem ter funçÔes diferentes nos pipes e databases de que participam. As funçÔes predefinidas de empresa sĂŁo cinco:
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- Super Admin. Controle total do ambiente. Configura tudo, define acessos e enxerga todos os pipes e configuraçÔes. As permissÔes de Super Admin não podem ser alteradas nem removidas.
- Admin. Acesso amplo Ă empresa: gerencia pessoas, acessa o painel de administração, administra mĂșltiplos pipes.
- Membro. Participa da operação. Pode criar pipes, databases e relatórios da empresa, mas não gerencia pessoas nem acessa o painel de administração.
- Convidado da Empresa. SĂł abre solicitaçÔes nos formulĂĄrios iniciais que vocĂȘ compartilhar. NĂŁo faz parte de pipes nem databases.
- Convidado Externo. O acesso mais pontual, para quem interage com uma solicitação especĂfica sem ver o restante. Suas permissĂ”es nĂŁo podem ser alteradas.
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Convidado da Empresa e Convidado Externo nĂŁo participam de pipes nem databases: eles apenas enviam solicitaçÔes pelos formulĂĄrios iniciais compartilhados. Se vocĂȘ precisa que alguĂ©m trabalhe dentro do pipe, essa pessoa precisa ser Membro, o que muda a lĂłgica de cobrança.
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FunçÔes de pipe
As permissĂ”es de pipe nĂŁo estĂŁo diretamente ligadas Ă s da empresa. Cada pipe gerencia seus acessos separadamente, e uma mesma pessoa pode ter funçÔes diferentes em cada pipe de que participa. Existem quatro nĂveis de função dentro do pipe:
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- Somente leitura. VĂȘ todos os cards e comenta neles. NĂŁo cria nem modifica cards, e nĂŁo deleta os que criou.
- Somente visĂŁo restrita. Cria cards, mas sĂł visualiza e edita os que criou ou pelos quais Ă© responsĂĄvel. NĂŁo acessa os relatĂłrios do pipe nem deleta os cards que criou.
- Membro do pipe. Cria cards, visualiza os existentes, move entre fases e cria, visualiza e exporta relatĂłrios.
- Admin do pipe. Tem tudo do Membro do pipe e ainda edita as configuraçÔes do processo.
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As funçÔes de pipe tĂȘm nomes diferentes das funçÔes de empresa, e essa Ă© uma fonte comum de confusĂŁo. Ser Admin do pipe nĂŁo significa ser Admin da empresa, e ser Membro da empresa nĂŁo define automaticamente sua função dentro de cada pipe.
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Quando um pipe Ă© pĂșblico, qualquer pessoa da empresa o vĂȘ na pĂĄgina inicial e pode se tornar Membro do pipe; admins da empresa entram automaticamente como Admin do pipe. Quando Ă© privado, sĂł admins da empresa e pessoas convidadas acessam.
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FunçÔes de database
Databases não seguem a mesma lógica dos pipes, e é por isso que um acesso ao pipe não garante acesso ao database. Um database é uma fonte de dados que pode alimentar vårios pipes, então tem funçÔes próprias:
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- Admin do database. Administra a estrutura e os registros.
- Membro do database. Trabalha com os registros conforme as permissÔes concedidas.
- Somente leitura. Visualiza sem alterar.
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Por essa independĂȘncia, aparecem cenĂĄrios como: a pessoa vĂȘ o campo no card mas nĂŁo consegue alterar o valor, acessa o card mas nĂŁo o registro do database, ou muda algo no pipe e nĂŁo vĂȘ refletir como esperava. Sempre que a dĂșvida envolve dados compartilhados, comece checando as permissĂ”es do database, nĂŁo as do pipe.
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Grupos e funçÔes personalizadas: o que cada um faz
Estes dois recursos sĂŁo confundidos com frequĂȘncia, e a diferença tem impacto direto na cobrança.
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- Grupos de usuĂĄrios facilitam a gestĂŁo: adicionam vĂĄrias pessoas de uma vez a um pipe ou database e mantĂȘm os acessos organizados por time. Grupos nĂŁo criam permissĂ”es novas, nĂŁo substituem funçÔes e nĂŁo ignoram as regras do pipe ou do database. Se alguĂ©m nĂŁo consegue fazer algo, o problema quase nunca Ă© o grupo, Ă© a função atribuĂda.
- FunçÔes personalizadas sĂŁo outra coisa. Criadas no Painel de administração, elas definem permissĂ”es especĂficas, diferentes das funçÔes padrĂŁo, para o painel, pipes, databases e automaçÔes. Servem quando ĂĄreas diferentes usam o mesmo pipe ou quando Ă© preciso separar responsabilidades com mais precisĂŁo.
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Ponto de atenção sobre cobrança: funçÔes personalizadas geram cobrança. Mesmo que vocĂȘ crie uma função personalizada copiando as permissĂ”es de um convidado, qualquer pessoa atribuĂda a ela passa a ser cobrada. A isenção de cobrança vale sĂł para os Convidados da Empresa e Convidados Externos nas funçÔes predefinidas.
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Antes de criar uma função personalizada, verifique se o problema nĂŁo Ă© apenas quem estĂĄ atribuĂdo Ă função atual. Muitas vezes a função padrĂŁo resolve, e criar uma personalizada sĂł adiciona custo e complexidade de gestĂŁo.
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FunçÔes e cobrança: quem ocupa licença
O que define a cobrança é a natureza do acesso. De forma direta:
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- Super Admin, Admin e Membro são usuårios que ocupam licença e podem impactar o valor do contrato nos planos Business, Enterprise e Unlimited.
- Convidado da Empresa e Convidado Externo não geram cobrança.
- Convidado da Empresa que cria um pipe passa a ser Membro e, com isso, passa a gerar cobrança.
- Qualquer pessoa em função personalizada é cobrada, independentemente das permissÔes que a função replica.
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Antes de conceder acesso, pergunte: a pessoa precisa participar do processo de forma contĂnua, ou sĂł enviar uma solicitação pontual? ContĂnuo tende a Membro, que Ă© pago. Pontual e externo tende a Convidado, que nĂŁo Ă©. Essa Ășnica pergunta evita a maioria das surpresas na fatura.
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Checklist de diagnĂłstico: resolva antes de abrir ticket
Antes de abrir um chamado, passe por aqui e identifique o contexto certo da permissĂŁo.
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A pessoa nĂŁo vĂȘ o pipe
â Verificar se ela foi adicionada ao pipe ou ao grupo correto.
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A pessoa vĂȘ o pipe, mas nĂŁo consegue editar cards
â Verificar a função atribuĂda dentro do pipe.
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A pessoa é admin, mas não consegue fazer determinada ação
â Confirmar se Ă© admin do pipe ou da organização.
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O campo aparece, mas nĂŁo pode ser editado
â Verificar permissĂ”es do database associado.
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DĂșvida sobre cobrança
â Revisar tipo de usuĂĄrio e nĂvel de acesso concedido.
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Ao visualizar uma tela de erro de permissĂŁo
â Isso indica que o usuĂĄrio nĂŁo possui acesso ao endpoint solicitado, seja ao card, ao pipe, ao database ou Ă organização.
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Na maioria dos casos, a resposta estå em identificar o contexto certo da permissão.


