🔐 Disponível para clientes com o add-on de Custom Integrations
👤 Para administradores de processo e arquitetos de workflow
🎯 Para quem precisa conectar o Pipefy a outros sistemas sem depender de código

A maioria das empresas não opera com um único sistema. Existem ferramentas de RH, ERP, CRM, planilhas e plataformas de comunicação. Cada uma cumpre seu papel, mas quando precisam trabalhar juntas, o que sobra para o time é trabalho manual: copiar dados de um lugar para outro, acionar processos por e-mail, corrigir erros de digitação que nunca deveriam ter existido.
O Pipefy Integrations Hub existe para resolver esse ponto cego. Ele é a camada de integração nativa do Pipefy: conecta o Pipefy a outros sistemas, automatiza o trânsito de dados entre eles e mantém tudo sob governança do processo, sem depender de desenvolvimento customizado para cada conexão.
📖 O que você vai entender aqui:
Automações internas x integrações externas
O Pipefy já resolve muita coisa sem o Integrations Hub. Você pode mover cards automaticamente entre fases, enviar e-mails, atribuir responsáveis, acionar AI Agents. Tudo isso é automação interna: o processo se orquestra sozinho dentro do Pipefy.
Mas quando o gatilho ou a ação envolve um sistema externo, a lógica muda. Um novo colaborador admitido no Pipefy precisa ser criado no sistema de RH. Uma aprovação de compra no Pipefy precisa gerar um pedido no ERP. Um chamado resolvido precisa atualizar o CRM. Esses fluxos cruzam fronteiras de sistema, e é exatamente para isso que o Integrations Hub existe.
Automação interna orquestra o processo dentro do Pipefy. Integração externa conecta o Pipefy ao ecossistema da empresa. As duas se complementam, mas respondem a perguntas diferentes.
Como o Pipefy Integrations Hub funciona
A unidade básica do Integrations Hub é o flow. Um flow é uma receita de integração: define quando algo deve acontecer (trigger), em quais condições, e o que deve ocorrer como consequência (actions).
Trigger
É o evento que inicia o flow. Pode vir de dentro do Pipefy (um card avança de fase, um campo é preenchido) ou de fora (uma solicitação chega via webhook, um agendamento dispara em horário fixo). Cada sistema conectado expõe seus próprios triggers disponíveis, alguns triggers são real time, pois o conector tem webhook para funcionar real time, e outros são triggers agendados, onde o conector vai checar na API de tempo em tempos, determinado em cada trigger.
Actions
São as operações que o flow executa quando o trigger é ativado. Criar um registro num sistema externo, atualizar um campo, enviar uma notificação, chamar uma API. O Integrations Hub oferece ações nativas para os principais aplicativos do mercado, além de peças de controle de fluxo como Router (para ramificações condicionais), Loop (para iterar sobre listas) e Delay (para pausas programadas).
Tasks
Uma tarefa faturável (billable task) é qualquer ação ou passo (step) concluído com sucesso dentro de um fluxo de Integrações que consome recursos da plataforma para executar uma lógica externa ou processar dados. Essas tarefas contam para a cota mensal do seu plano.
Princípio-chave: só faturamos por tarefas concluídas com sucesso. Ações que terminam em erro ou timeout não são cobradas. Para mais informações acesse nosso artigo de ajuda.
O que NÃO conta como uma tarefa (task) faturável:
- Triggers (Gatilhos): o evento que inicia um fluxo (ex: um Webhook ou Agendamento/Schedule) nunca conta como um passo (step).
- Branch (Roteador / If-Else): a avaliação de condições lógicas não consome tasks.
- O nó de Loop (For Each) em si: o nó de controle é gratuito.
- Execuções com falha: qualquer passo que termine em erro ou timeout é excluído da contagem.
Um exemplo concreto: admissão de colaboradores

Um processo de onboarding de colaboradores envolve, tipicamente, pelo menos três sistemas: o Pipefy (onde o processo vive), o sistema de RH (onde o colaborador precisa ser cadastrado) e a ferramenta de comunicação interna (onde o time precisa ser notificado).
Sem integração, um analista de RH abre o sistema de RH manualmente assim que o card avança para a fase "Documentação aprovada", digita os dados do colaborador e depois envia uma mensagem no Slack. Com o Integrations Hub, esse flow roda automaticamente: o avanço de fase dispara o trigger, uma action cria o registro no sistema de RH com os dados do card, outra action envia a mensagem no Slack com as informações relevantes. O analista passa a validar, não a operar.
O critério para criar uma integração não é "isso é possível". É "isso acontece com frequência suficiente para justificar o setup e o consumo de tasks".
Quando faz sentido usar o Integrations Hub
Algumas situações em que o Integrations Hub traz retorno claro:
- Processos que alimentam ou consomem dados de sistemas externos com regularidade (ERP, CRM, HRIS, ferramentas de comunicação).
- Operações onde o dado já existe em outro sistema e precisa chegar ao Pipefy sem ser digitado novamente.
- Fluxos que dependem de sincronização em tempo real entre plataformas, sem tolerância a atrasos manuais.
- Times que já automatizaram o processo interno e querem eliminar o trabalho manual residual nas bordas do processo.
O Integrations Hub entrega mais valor quando o processo já é estável e o gargalo está na comunicação entre sistemas.
Checklist de conclusão
☐ A diferença entre automação interna e integração externa
☐ O que é um flow, um trigger e uma action
☐ O que são tasks e como elas são consumidas
☐ Pelo menos um processo na sua operação que poderia se beneficiar de uma integração


