Skip to main content

O fim da IA experimental: do piloto ao impacto real nos processos de 2026

  • January 26, 2026
  • 0 replies
  • 35 views

vinicius.pereira
Community Manager

Em 2026, a Inteligência Artificial não é mais um experimento. Após anos de testes isolados, assistentes que não escalam e iniciativas limitadas a ganhos marginais de produtividade, o mercado vive uma mudança de paradigma. O diferencial competitivo não está mais na adoção da IA em si, mas na capacidade de orquestrar dados, sistemas e agentes em fluxos operacionais auditáveis, seguros e com ROI claro.

Esse foi o foco do webinar promovido pela Pipefy com Adriano Galvão, ex-VP da Microsoft e advisor de expansão de negócios, e Reinaldo Roveri, estrategista de mercado com passagem por grandes consultorias:

 

Assista à gravação completa do webinar

 

 

Reunimos aqui os principais insights e provocações para quem quer sair da fase de pilotos e transformar IA em execução contínua:

 

Por que tantos projetos de IA fracassam?

A fragmentação entre dados, sistemas e agentes impede que a IA entregue impacto real nos negócios.

 

Segundo o Gartner, 40% dos projetos de IA generativa iniciados até 2026 correm risco de cancelamento até 2027. O motivo? Falta de conexão com processos core e metas estratégicas.

A maioria das iniciativas ainda se limita a tarefas pontuais (resumos de reunião, redação de e-mails, apoio a atendimentos) e atua de forma isolada. Sem integração com sistemas, sem contexto dinâmico, sem impacto nos indicadores de ponta a ponta.

 

"Estamos fazendo mais rápido aquilo que já era feito de forma errada."
— Reinaldo Roveri

 

O resultado é um uso fragmentado da tecnologia, com alto risco de se especializar processos ineficientes em vez de redesenhá-los.

 

Da produtividade individual ao valor sistêmico

Durante o evento, Adriano Galvão comparou o momento atual com uma equipe de Fórmula 1 fazendo um pit-stop em sequência, em vez de forma sincronizada. A tarefa até seria concluída, mas com performance muito inferior.

O mesmo vale para a IA. Em vez de agentes isolados resolvendo microtarefas, o caminho é a colaboração entre agentes especializados, inseridos em processos coordenados por plataformas de orquestração.

 

Essa mudança exige três pilares:

Camada

Função

Dados

Base dinâmica, conectada aos sistemas core, com contexto atualizado.

Agentes

Mão de obra digital especializada, auditável, com escopo bem definido.

Workflows

Execução coordenada com supervisão humana (human-in-the-loop).

 

Em 2026, empresas avançam da IA isolada para ecossistemas multiagentes, com execuções conectadas.

 

Middleware de IA: o motor invisível da operação

Dados dinâmicos, agentes auditáveis e workflows orquestrados sustentam a nova arquitetura com IA.

 

O valor da IA não está mais na interface (chatbot ou assistente), mas no middleware: a camada de orquestração que conecta sistemas legados a agentes modernos. Essa infraestrutura invisível viabiliza execução escalável, segura e adaptável.

Adriano reforçou: "não se trata mais de digitalizar tarefas. Trata-se de transformar o processo inteiro, com agentes que operam de forma coordenada, enquanto humanos supervisionam resultados, não execuções".

 

Quer começar a usar o Pipefy, mas ainda tem dúvidas?
Conheça os templates prontos da plataforma. Eles ajudam você a visualizar processos reais, adaptar ao seu contexto e destravar seu uso com Pipefy — sem precisar configurar do zero.
Explorar templates de processos

 

Governança é o passaporte para produção

Sem governança, não há escala. A norma ISO/IEC 42001 define boas práticas para ambientes de IA, incluindo rastreabilidade, auditabilidade e gestão de risco.

Se um agente não pode ser auditado, ele não pode entrar em produção. Por isso, a plataforma que orquestra precisa:

  • Registrar decisões

  • Permitir auditoria pós-evento

  • Garantir compliance com legislações (como o AI Act europeu)

A Pipefy, por exemplo, é certificada na ISO 42001, permitindo que empresas operem com IA de forma segura, verificável e sob controle.

 

Soberania de dados é estratégia, não apenas segurança

Com as novas tensões geopolíticas, o local de processamento e armazenamento de dados passou a ser um fator crítico. A orquestração precisa garantir:

  • Controle sobre onde estão os dados

  • Escolha dos modelos LLM usados por contexto (OpenAI, Gemini, Grok etc.)

  • Mitigação de riscos como espionagem industrial e sanções regionais

 

O tempo de decidir é agora

Uma pesquisa da Gartner mostra que a grande maioria dos CIOs planeja expandir investimentos em IA e GenAI nos próximos anos, indicando que a tecnologia se tornou uma prioridade estratégica mais sólida do que nos planos originais de 2026. 

 

"Empresas que não desenharem agora sua arquitetura de orquestração estarão funcionalmente dois anos atrás da concorrência em 2028."
— Reinaldo Roveri

 

Como sair do piloto: 4 passos para escalar IA com orquestração

  1. Mapeie seus processos críticos
    Priorize fluxos ponta a ponta com alto impacto e onde há gargalos manuais.

  2. Defina uma governança clara
    Estabeleça regras de auditoria, monitoramento e responsáveis ("sentinelas do processo").

  3. Garanta qualidade dos dados
    Dados ruins geram decisões ruins, mesmo com IA avançada.

  4. Escolha uma plataforma de orquestração
    Evite "ilhas de automação". O valor está na visão unificada de processos e agentes.

IA desenvolvida para gerar impacto real nos negócios

Acesse a plataforma de orquestração da Pipefy e veja como empresas usam agentes de IA auditáveis, seguros e conectados aos seus sistemas para transformar processos em resultados mensuráveis.

 

E você, como está avançando com IA na sua operação?

Responda nos comentários e troque experiências com outros líderes da Comunidade Pipefy:

  • Quais processos na sua empresa ainda dependem de e-mails manuais?

  • Seu time consegue auditar decisões tomadas por agentes?

  • Você sabe por onde trafegam os dados sensíveis dos seus processos?

 

Continue explorando: